Semanas atrás escrevi aqui, nesta coluna, algumas considerações sobre o problema da maliciosa técnica do prompt injection, em particular, acerca daquilo que denominei de prompt injection estrutural. Retomo este tema, já que os especialistas em inteligência artificial e tecnologia aplicada ao Direito pulularam nas últimas semanas nas redes sociais.
Quero falar, na verdade, de uma fina ironia, mascarada no início daquele texto sob duas siglas: LLM2P (LLM to person – em tradução livre, entre modelos de linguagem e pessoas) e LLM2LLM (LLM to LLM – entre modelos de linguagem). No jogo de eufemismos que vivemos, quero brincar com os meus.